
António Inverno, Composição II
Adicionadas poesias aos Poetas:
Incluídos os Poetas:

António Inverno, Composição II
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Incluídos os Poetas:

A Temas Originais apresenta "Hierofania dos Dedos" de Jorge Vicente. A sessão de apresentação terá lugar no Orfeão Velho de Leiria, sito na Rua Latino, 12, em Leiria, no próximo dia 9 de Janeiro, pelas 16:00. Esta sessão, integrada na Tertúlia de Poesia, cujo tema de debate é: “Para onde vai a minha poesia?”; contará com um momento musical por Patrícia Domingues (voz) e Inês Condeço (piano).
Sinopse: “o modo como em quase todos os poemas é o próprio poeta, a poesia e a criação que dominam. São, muitos deles, poemas de carácter meta-literário. A existir um tema unificador neste livro (...), esse tema será a própria poesia, a própria criação dos poemas. (...) há sempre qualquer coisa a uniformizar aquilo que escrevemos, nem que seja a posição que assumimos face à criação literária. (da apresentação, por Rui Sousa)
Veja mais detalhes no blog do autor: Amoralva

No mesmo dia a Temas Originais apresenta “Ensaios de Ficção” de Renata Pereira Correia. A sessão de apresentação terá lugar no Armazém do Caffé, sito na Rua Eça de Queiroz, 98, em Braga, no próximo dia 9 de Janeiro, pelas 21:30. Obra e autora serão apresentadas pelo pintor e ilustrador Ricardo Campos e esta sessão contará com a leitura de poemas por Ângelo Vaz.
Saiba que outras apresentações a Temas Originais nos reserva para este mês em:

Manuel Cargaleiro
Incluídos os Poetas:
Ana Francisco em 4/01
Diego Armés em 4/01
Joana Serrado em 4/01
Jorge Reis-Sá em 6/01
Luís Brito Pedroso em 4/01
Luís Filipe Cristovão em 2/01
Miguel Godinho em 2/01
Rui Diniz em 2/01
Sylvia Beirute em 2/01

Michelangelo, Criação do Homem, Século XVI, Capela Sistina
Esta poesia foi escrita pelo poeta João Ricardo Lopes e dedicada a mim e à Paula. Obrigada João por este gesto que tanto nos tocou.
literalmente um punhado de palavras cuspindo
o feitiço rouco, um escaravelho mexendo laborioso
no escuro (ou a tua mão), caboucos arruinados
desta casa em ruínas
sempre assim será, um punhado de palavras
ardendo na fogueira mais triste dos anos
porque todos os poetas morrem mais depressa
para que morram mais devagar, é uma
questão de método, a noite tapa com a sua boca
de alcatrão todos os olhos abertos, faz esquecer
faz morrer
[...]
Leia mais em João Ricardo Lopes ou no blog do autor - Dias Desiguais